quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Ética em novela. Era só o que faltava

Essa foi de encher o álbum, como diz o meu amigo Edu Barbieri. Li no Bom Dia a coluna do Flávio Ricco, onde ele fica revoltado com o anúncio do final das novelas antes que elas terminem. Ele faz um discurso em defesa do respeito e da ética. Era só o que me faltava: ética em novela.
Ora, todos nós sabemos que os autores de novela podem se preocupar com tudo, menos com ética ou respeito. Novela é um lixo em todos os aspectos. É o que há de mais escroto, ao lado de outras coisas escrotas como BBB, CQC, Pânico, Faustão, Eliane, Arnaldo Jabor e mais 90% da programação da TV.

Quando adolescente, assisti a algumas novelas e, puxando pela memória, penso que eram assistíveis. Lembro-me de Saramandaia, Feijão Maravilha, O Bofe, O Bem-Amado. Talvez mais uma ou outra. Assisti também Nino o Italianinho, mas só porque o José Buck, que é meu padrinho de crisma e votuporanguense, era ator. Na verdade a gente assistia só pra ver o Zezinho Buck.

Confesso que em casa o pessoal assiste novela e pra mim é uma amargura, mas democracia e respeito têm disso. Só fico furioso quando querem ver o BBB. Também aí já é demais.

Acho que o Flávio Ricco não tinha o que escrever para a sua coluna e resolveu dar esta de ética em novela. Só pode ser isso, porque o que menos se vê na nossa televisão é ética.

1 comentários:

  1. TÁ LA NO JOSIAS, ZÉ GALINHA EMPRESÁRIO OU HOMÔNIMO HEHEHEHEHEHEHE.
    Em notícia veiculada neste sábado (18), o repórter Marcelo Rocha, revelou que Cid tem assunto mais sério com o que se preocupar.
    Corre na 11ª Vara Federal do Ceará, sob segredo de Justiça, um inquérito que traz em suas folhas o nome de Arialdo Pinho.
    Vem a ser o braço direito de Cid Gomes, chefe da Casa Civil do governo do Ceará. Frequenta o processo na condição de investigado.
    O caso envolve suspeita de caixa dois fornido por meio de patrocínios fictícios de automobilismo. Deu-se o seguinte:
    1. A PF levou ao meio-fio, na última semana de novembro, a Operação Podium. Prendeu sete pessoas. Recolheu documentos em três Estados: CE, RJ e SP.
    20. A maior parte do numerário –R$ 25,8 milhões— teria sido borrifacada na caixa registradora de três firmas do Grupo Marquise.
    21. Sócio do Grupo Marquise, José Carlos Pontes mantém relações sociais com Arialdo, o assessor de Cid, e tem negócios com o governo do Ceará.

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